Entregar as garrafas PET para reciclagem reduz lixo e gera empregos no país. O Brasil joga fora metade das garrafas e nossas indústrias importam PET.
2. Lojas de celular recebem baterias velhas para reciclagem
Quase 180 milhões de baterias de celular são descartadas todos os anos no Brasil. São 11 mil toneladas de lixo tóxico que deveria ser reciclado. Portanto entregue a bateria velha na loja.
3. Baterias piratas têm mais mercúrio
Baterias piratas para celular duram menos e podem conter dez vezes mais mercúrio que as baterias vendidas legalmente no Brasil. O mercúrio é um dos metais mais tóxicos que existem e ataca gravemente o sistema nervoso. Evitar as piratas é bom para o seu bolso e mais ainda para sua saúde e a do planeta, já que 60% do lixo brasileiro vão para lixões onde o mercúrio destas pilhas vai poluir o solo e o lençol de água.
4. Não jogue óleo usado na pia
Óleo usado é reciclável. Vira emprego e renda em entidades que produzem sabão com ele. Uma única lata de 1 litro de óleo usado, despejada na pia, além de entupir o encanamento, pode contaminar até 18 mil litros d’água, quase dois caminhões pipa.
Veja o local mais próximo onde entregar óleo usado para reciclar.
5. Prefira produtos não embalados e sem isopor
Embalagens tipo “caixinha-dentro-de-saquinho-dentro-da-sacola-e-do-sacolão” geram muito lixo.
6. Leve sacola retornável ao fazer compras
Saco plástico chega a 40% das embalagens jogadas no lixo e leva mais de 100 anos para se decompor.
7. Reciclar produtos diminui o lixo
De cada dez caminhões de lixo recolhido no Brasil, apenas um vai para reciclagem. Escolher produtos com menos embalagens e enviar tudo que puder para reciclagem ajudam a reduzir a montanha de lixo.
8. Recicle suas pilhas
O Brasil joga fora 1 bilhão de pilhas usadas anualmente. Se fossem recicladas, seriam recuperadas mil toneladas de zinco e 1.500 toneladas de manganês, minerais usados na correção de solos para agricultura.
9. Recicle latinhas de alumínio
Uma latinha de alumínio feita a partir de minério virgem gasta 20 vezes mais energia elétrica para ser produzida do que uma latinha feita de alumínio reciclado. Portanto, recicle as latinhas, assim você evita a extração de mais minério e, ao mesmo tempo, economiza energia.
10. Recicle o plástico e ajude na educação da cidade
A coleta urbana domiciliar de São Paulo recolhe anualmente mais de 600 mil toneladas de plástico. Empilhado, como se faz no lixo em casa, esse plástico encheria 208 Catedrais de Brasília. Se fossem empilhadas, as catedrais chegariam a mais de 8.300 metros, quase a altura do Monte Everest, o mais alto do mundo, com 8.850 metros. Se não for reciclado, esse material acaba despejado nos aterros sanitários usados pela cidade, fazendo lotar mais cedo o espaço disponível para descarte e obrigando o governo a construir novos aterros, que custam um dinheirão.
Embalagens tipo “caixinha-dentro-de-saquinho-dentro-da-sacola-e-do-sacolão” geram muito lixo.
6. Leve sacola retornável ao fazer compras
Saco plástico chega a 40% das embalagens jogadas no lixo e leva mais de 100 anos para se decompor.
7. Reciclar produtos diminui o lixo
De cada dez caminhões de lixo recolhido no Brasil, apenas um vai para reciclagem. Escolher produtos com menos embalagens e enviar tudo que puder para reciclagem ajudam a reduzir a montanha de lixo.
8. Recicle suas pilhas
O Brasil joga fora 1 bilhão de pilhas usadas anualmente. Se fossem recicladas, seriam recuperadas mil toneladas de zinco e 1.500 toneladas de manganês, minerais usados na correção de solos para agricultura.
9. Recicle latinhas de alumínio
Uma latinha de alumínio feita a partir de minério virgem gasta 20 vezes mais energia elétrica para ser produzida do que uma latinha feita de alumínio reciclado. Portanto, recicle as latinhas, assim você evita a extração de mais minério e, ao mesmo tempo, economiza energia.
10. Recicle o plástico e ajude na educação da cidade
A coleta urbana domiciliar de São Paulo recolhe anualmente mais de 600 mil toneladas de plástico. Empilhado, como se faz no lixo em casa, esse plástico encheria 208 Catedrais de Brasília. Se fossem empilhadas, as catedrais chegariam a mais de 8.300 metros, quase a altura do Monte Everest, o mais alto do mundo, com 8.850 metros. Se não for reciclado, esse material acaba despejado nos aterros sanitários usados pela cidade, fazendo lotar mais cedo o espaço disponível para descarte e obrigando o governo a construir novos aterros, que custam um dinheirão.
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